Cocô no banho: era só o que faltava

Minha irmã foi fazer uma pesquisa sobre coco (para designar a fruta, a palavra não leva acento) e acabou achando um blog falando sobre cocô (esse sim tem acento, mas é do assento que vamos falar).

Eu já conhecia a campanha Xixi no Banho, da SOS Mata Atlântica. O site vem todo bonitinho, cheio de desenhos e animações, o que faz a gente se interessar pelo que está escrito lá. Achei bem interessante e, ao ser abordada com a pergunta "Você faz xixi no banho?", não tive escapatória. Ora, e quem nunca fez aquele xixizinho enquanto ouvia a água do chuveiro cair? Afinal, o barulho da água caindo dá ainda mais vontade de urinar - exames para analisar o funcionamento da bexiga são feitos quando o paciente ingere muito líquido e, ao ter que urinar, fica ouvindo uma torneira aberta para "dar vontade".

Eu já fazia xixi no banho desde criança. Aliás, as crianças são originalmente inventoras do xixi no banho. E são delas as vozes da propaganda na televisão: "queremos que todos façam!", gritam elas. Coloquei o vídeo nos favoritos e passei pros meus amigos. Além de dar uma força pra campanha e ajudar o planeta, ainda rimos um bocado.



Agora há pouco, entretanto, fui informada da nova sensação do momento (pelo menos pra mim é novidade): a campanha Cocô no Banho. Não estou certa de quem foi que inventou essa história, mas sei que o blog parece bem sério e sabe o que diz. Se bem que, ao olharmos a data da última atualização, vemos que vai indo pra 1 ano o último post sobre o assunto. Bom, o blog pode ter dado tão certo que virou um site e eu não tô sabendo, mas eu acho mesmo é que a ideia não foi muito longe.

Isso pode ser visto na enquete do próprio blog. Diante da pergunta: "Você faz cocô no banho?", veja só o que os internautas responderam:

Sim - 573 (19%)
Não - 1574 (53%)
Só quando escapa - 439 (14%)
Já tentei mas não consigo - 379 (12%)

Fonte: Blog Cocô no Banho

Que fique claro que eu não tenho intenção alguma de ficar contra as ideias de alguém, muito menos dos donos do blog. Quero mesmo é colocar o que eu penso disso aqui. Só achei esquisito o próprio blog obter resultados que vão contra o que é difundido nele. É claro que muitas pessoas que não concordam com a ideia podem ter entrado no site e votado "não", aumetando as estatísticas do pessoal "anti-cocô no banho".

Acho mesmo que a ideia não é má e tem seus prós. Querer proteger o planeta de perder mais e mais árvores por conta do uso do papel higiênico é muito nobre e é o mesmo objetivo da campanha do xixi. E eu a apoio. Entretanto, sabemos que fezes humanas possuem microrganismos nocivos, como a bactéria Escherichia coli, habitante natural do intestino humano e que, fora dele, pode causar até a morte de quem entra em contato com ela. O destino das fezes é o mesmo quando feitas no vaso sanitário ou no ralo do banheiro, mas a sutil diferença é que ali no ralo a probabilidade de uma pessoa entrar em contato com a bactéria é muito maior. Ninguém precisa ser um microbiologista ou infectologista pra entender isso!

Foi exatamente pelo motivo de se evitar doenças e aumentar os níveis de higiene do ser humano que o vaso sanitário foi inventado. Antes dele, a humanidade teve de passar por diversas formas para evacuar, desde o conhecido "matinho" e até mesmo por latrinas coletivas. A partir daí, o "troninho" passou por muitas modificações e hoje podemos encontrar formas e modelos muito confortáveis e inusitados. Os japoneses são pra lá de criativos e já pensaram em privadas que aquecem - pra você não ter que levar aquele choque térmico no popô em pleno inverno.

É sabido que o ato de defecar, por si só, gera repulsa em muita gente. Na verdade, tudo o que nosso corpo expele acaba sendo, de certa forma, nojento. Se nosso corpo joga fora, é porque não precisa. Se não precisa, é "lixo orgânico". O cheirinho desagradável colabora com esse asco que muita gente tem pelas fezes - principalmente recém-papais que se deparam com a lambança que o bebê fez nas fraldas.

Pensando por esse lado, imagino que seja bem contraditório uma pessoa entrar no banho para se limpar e acabar se lambrecando toda. O indivíduo teria que enfiar a mão nas nádegas borradas e ainda ter que suportar o cheiro exalando do pobre ralo. Tá certo que existe gente com fetiche por cocô e pelo ato de defecar, e que a própria pessoa pode suportar bem seu próprio cheiro, mas ninguém merece isso, né não? Que eu saiba, ainda não inventaram o ralo com descarga. Sendo assim, a "obra" ficaria ali por um bom tempo, já que a água que cai ali não tem força suficiente para empurrá-la cano abaixo.

Se o banheiro for coletivo, a coisa fica ainda pior. Imagine que você passou pelo processo de fazer cocô no banho, se lavar e sair de lá todo cheiroso. Se você suportou, tudo bem. Mas o seu cocozão ficou lá no ralo. Se seu marido ou sua esposa, ou mesmo seus pais ou filhos forem os próximos a tomar uma ducha, terão de sofrer com aquele fedor todo. Ainda mais se for no inverno! Imagina entrar num banheiro cheio de vapor e com cheiro de cocô? Tudo bem que a privada também deixa escapar o cheiro desagradável, mas ao menos as fezes foram embora e a tampa da nossa amiga fica fechada. E se o maridão errou o alvo e acabou deixando respingos em volta do ralo? Você terá de pisar em cima daquilo lá? Que eu saiba, ser humano nenhum gosta de pisar em merda.

Fica a dica pra quem quer ajudar o planeta de todas as formas possíveis. Se você acha que evacuar no banho é uma ideia sustentável, abrace a causa e seja feliz. Mas depois não reclame de pisar na merda. Eu avisei.




Fontes:

Blog Cocô no Banho

Campanha SOS Mata Atlântica - Xixi no Banho

Fernando Dannemann - O contador de histórias

Portal Terra - Você sabia? - História

Wikipédia - E. coli


Caixa Verde

Muito criativo o trabalho que o Grupo Pão de Açúcar vem fazendo em sua rede de supermercados: o caixa verde. Essa ideia está dando certo, e por isso muitas lojas estão aderindo a ela.

O objetivo é simples: deixar ali todas as embalagens recicláveis dos produtos que acabaram de ser adquiridos na loja, assim que passam pelo caixa. E é ali mesmo que o cliente pode fazer a sua parte, abrindo os pacotes e colocando na sacola - retornável, que fique frisado - somente o que realmente interessa: o produto. Só é preciso tomar cuidado para não se esquecer de olhar a data de validade dos produtos! Tudo o que é importante para a pessoa saber ao consumi-lo está na embalagem de fora (como as caixas de cereais matinais, por exemplo).

Se a pessoa não tem o hábito de separar o lixo em sua casa, acaba sendo mais difícil para ela se acostumar à nova atitude. Contudo, estando em público e dentro de uma "loja verde", acredito que o consumidor vai acabar adotando esse novo hábito. Creio que, se todos os supermercados do país fizessem o mesmo, muito lixo-que-não-é-lixo seria poupado de ir para aterros e lixões, onde demoram muito tempo para se decomporem e ainda trazem problemas - depositam materiais tóxicos e diminuem espaço no aterro, que seria usado por lixo orgânico.

Além disso tudo, a matéria prima é poupada, diminuindo a retirada de recursos naturais e finitos da natureza para produzir mais. Parece um tanto utópico falar assim, mas se essa atitude fosse global, estaríamos de fato agindo sustentavelmente.

A pessoa que se compromete e faz sua parte ganha desconto no ato da compra. Não é lá um descontão, mas qualquer moedinha a mais no bolso é vantagem. É pena que muita gente só coloque a mão na consciência quando seu dinheiro é poupado frente a uma atitude sustentável, mas isso se torna um empurrãozinho para que o consumidor entre na dança dos poupadores de lixo.

Lixo que, aliás, se torna objeto de trabalho de muita gente depois que sai do caixa verde. Cooperativas e empresas de reciclagem também saem ganhando, tanto quanto pais de família que passam a trabalhar ali e trazer mais esperança para suas casas.

Sem contar o ganho de todos, né? Afinal, atitudes como essa passam a incorporar o cotidiano das pessoas e fazê-las mais conscientes e presentes na hora de cuidar do planeta - e das futuras gerações, o que é o principal objetivo do desenvolvimento sustentável.

Espero que a ideia do caixa verde se espalhe e e torne algo comum na vida de todas as pessoas, e não só dos ambientalistas e "eco-chatos".




Fontes:

http://www.grupopaodeacucar.com.br/meioambiente/default_area.asp?idNoticia=6967&cod_area=8


http://www.paodeacucarverde.com.br/?m=200912

Morto ecologicamente correto!


Agora existe uma maneira de uma pessoa que passou a vida toda cuidando do meio ambiente não morrer de preocupação ao deixar seu corpitcho e seu caixotão contaminando a terra por anos e anos a fio. É a ressomação, um método parecido com a cremação, mas que não faz o morto virar cinzas. O processo imita a decomposição natural, mas é bem mais rápido, levando cerca de 3 horas para acontecer.

Consiste, basicamente, em transformá-lo em um líquido cheio de aminoácidos, peptídeos, fosfato e cálcio - já que isso tudo tem de sobra no corpo humano. O cálcio, vindo dos ossos, vira um pózinho no fundo do recipiente. Para que tudo isso aconteça, o corpo é colocado numa espécie de urna (parecida com os fornos usados na cremação), cheia de água e água sanitária. Tudo isso é aquecido a 300ºC. A tudo isso dá-se o nome de hidrólise alcalina.

Esse processo não libera toxinas e gasta em média 80% menos energia do que a cremação. Isso se torna bastante pertinente quando falamos em eco-soluções para diminuir os gastos de energia e também de proteger o meio-ambiente de lançamentos de materiais poluentes na atmosfera. Ora, somos feitos basicamente de carbono, o principal responsável pelo aquecimento global. Sendo assim, a galera verde vai gostar da ideia de morrer com a consciência limpa.


A história das coisas



Antes de mais nada, vou copiar aqui um pequeno texto sobre a autora deste documentário, encontrado no site Wikiducação:

"Annie Leonard é uma especialista internacional em sustentabilidade ambiental e temas de saúde, com mais de 20 anos de experiência investigando fábricas e depósitos em todo o mundo.

Ela já viajou para mais de 30 países, incluindo o Haiti, Bangladesh, Índia, Filipinas, Paquistão e África do Sul, em seu trabalho de investigação e de promover medidas anti-poluição internacionais. Annie atualmente reside na Califórnia com sua filha.

Em seu documentário "The Story of Stuff" (A História das Coisas) explora a economia global dos materiais e seu impacto sobre a economia, ambiente e saúde"*.

(Wikiducação)

Este vídeo explicita a real situação do nosso atual sistema, que é baseado no consumismo, e mostra as questões que estão escondidas por trás dele. De maneira empolgante, Annie fala às claras sobre como as nossas coisas são produzidas e para onde elas vão depois que as jogamos fora. Baseada nessa questão, comenta sobre a extração, a produção, a distribuição, o consumo e o tratamento do lixo. E, em cada etapa, amplia nossa visão de como elas realmente acontecem.

Por se tratar de um sistema linear, pode-se notar que a extração (o que Annie chama de "palavra pomposa para 'exploração de recursos naturais' e que, por sua vez, é uma "palavra pomposa para 'destruição do planeta'") não é, como aparenta ser, de cunho infinito. Os recursos naturais podem, sim, acabar um dia. Tá certo, poderão dizer por aí que essa é uma visão extremista, mas e quem é que tem certeza de que não acabarão? É por isso que Annie diz que este sistema está em crise, mesmo que pareça estar tudo bem.

Sobre a produção, o vídeo destaca o uso de produtos tóxicos em larga escala, que afetarão diretamente os funcionários da indústria, além de toda a sociedade em seu entorno, quando lança no ar, no solo e na água, seus resíduos industriais. Sem falar no perigo que corremos ao estarmos em contato direto com estes tóxicos ao fazermos uso dos produtos destas indústrias.

A distribuição é outra etapa deste sistema, onde o objetivo principal é "vender todo esse lixo tóxico contaminado o mais rápido possível". Para isso, externalizam-se os custos. Ou seja, "jogam" os custos da produção por aqui e por ali para que o consumidor não pague tanto (o preço final diminui) e assim as vendas são garantidas.

É interessante ressaltar aqui o fato de o ser humano ser tratado como mero consumidor - e só. Como pode ser visto no trecho retirado do vídeo de Annie:

O analista de vendas, Victor Lebboux, articulou a solução que se tornaria a norma de todo o sistema. Ele disse: "A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos as compras e o uso de bens em rituais, que procuremos nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego, no consumo... Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas em um ritmo cada vez maior". O conselheiro econômico do presidente, Eisenhower, disse: "O principal objetivo da economia americana é produzir mais bens de consumo".

Assim, o consumo é tido como o coração desse sistema, pois é o que o impulsiona. Como visto no texto acima, manter as pessoas comprando faz com que tudo pareça perfeito. Contudo, esta maneira de pensar e agir imposta pelos seus idealizadores tem trazido diversos danos à sociedade, como o aumento da marginalização (proveniente da maior diferença social) e a maior incidência de doenças (doenças cardiovasculares, estresse, depressão, diabetes, câncer - todas elas possuem fatores extrínsecos que colaboram com seu desenvolvimento).

Em virtude desse desespero por bens materiais, o ser humano acaba não se contentando com o que tem e sai buscando mais e mais. A correria do dia-a-dia não é em vão, afinal, cada um deve "fazer a sua vida" e "buscar seu lugar ao sol". Exatamente por causa dessa necessidade de se conseguir aumentar seu "status", o consumo se torna vicioso e as pessoas são carregadas por essa onda.

Atrás disso vem o descarte de todo esse material: de onde veio, volta. O problema é que volta cheio de substâncias químicas tóxicas e, muitas delas, acabam ficando acumuladas no solo, no ar e nas águas, ocasionando o aumento da poluição, um problema que afeta não só a localidade onde o lixo foi descartado, mas diversas áreas em seu entorno - já que o tais substâncias são absorvidas pelo solo e são levadas pela chuva e pelos rios. Os chamados lixões são grandes dispersores de poluição e, por isso, em muitos lugares são inseridos os aterros sanitários, onde se tem diminuídos os danos causados pelos lixões ao se enterrar o lixo que ali chega. Todo esse material tóxico também polui o ar, através da incineração, um processo que hoje não é recomendado exatamente por lançar supertóxicos na atmosfera. Tudo isso caractriza a fase final de todo esse sistema - o tratamento do lixo.

Frente a tudo isso, é possível chegar à conclusão de que este sistema está em crise, pois é LINEAR. Isso quer dizer que os recursos naturais são retirados desenfreadamente e os resíduos são devolvidos ao planeta de uma forma que ele não seja capaz de, naturalmente, "recolher toda a sujeira". Entra aqui a questão do DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que nada mais é do que explorar de maneira consciente, para que as futuras gerações possam usufruir dos benefícios que estamos desfrutando agora. Para isso, é importante diminuir a retirada de recursos, que deve ser feito juntamente com a diminuição do consumo excessivo e, também, em conjunto com a reciclagem e reutilização de materiais.

Assista ao vídeo de Annie e procure refletir sobre a mensagem que ela passa. Pense em sua vida e analise se o que ela diz acontece com você. Se sim, é hora de diminuir a marcha e pensar melhor nos pequenos prazeres da vida, na sua saúde, na sua família. E se você acha que nada do que ela diz lhe convém, mais cuidado ainda! Pode ser um indício de que o poder e a ganância estejam lhe sugando.



Mais em: <
http://www.storyofstuff.com/ >

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* Fonte: < http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Annie_Leonard >

Greenpeace - "Amazon Place"




"Um pedaço do paraíso destruído para você*!"


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*Fonte: < http://www.youtube.com/watch?v=sR2HUkav7mU >

Segunda Sem Carne

17:32 Postado por Karla Medeiros 0 comentários
A campanha Segunda Sem Carne, uma iniciativa da Sociedade Vegetariana Brasileira, será lançada nos dias 03 e 04 de outubro, no Parque Ibiapuera, em São Paulo.

Consiste em incentivar as pessoas a deixarem de consumir carne uma vez por semana, o que traria benefícios à sua saúde e também à saúde do planeta. Escolheu-se, para isso, as segundas-feiras como dias oficiais sem carne.

O evento trará à tona a necessidade de desenvolver o paladar em relação a outros sabores, temperos e receitas, no intuito de diminuir o consumo de carne pela população como um todo. As crianças são também alvo desta campanha, o que poderá fazer delas futuros consumidores conscientes.

Durante os dois dias, a programação será bastante dinâmica, o que envolve práticas saudáveis e de incentivo à mudança de hábitos. Os participantes poderão assistir a filmes, palestras, fazer aulas de yoga, participar de demonstrações culinárias, além de debater sobre questões ambientais, éticas e de saúde.


Mais adiante falarei sobre vegetarianismo e consumo de carne. Aguardem! :)


VEJA MAIS NOS SITES:

< http://diasemcarne.wordpress.com/ >
< http://www.svb.org.br/segundasemcarne/ >

Dia mundial sem carro

15:50 Postado por Karla Medeiros 0 comentários


O dia 22 de setembro foi tido como o DIA MUNDIAL SEM CARRO. Tá certo que já passou, mas a campanha continua valendo para todos os dias do ano. E para todos os anos, claro.

No Brasil, Belo Horizonte foi a cidade-sede do evento, que vem aumentando a cada ano. Segundo o site da organização, em 2006, contou com 170 ciclistas.

"O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes. Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis - entre os quais se destaca a bicicleta".
(Site DMSC)

As vantagens da bicicleta sobre as outras alternativas de transporte*:

  • Preço acessível;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Baixo impacto sobre o meio ambiente;
  • Melhoria da saúde dos usuários - bem estar físico e mental;
  • É ao mesmo tempo, um meio de transporte e de lazer;
  • Não requer combustível;
  • Em congestionamento ou de interrupção de tráfego, o ciclista encontra meios de prosseguir sua viagem;
  • Menor necessidade de espaço público;
  • O custo da infra-estrutura para bicicletas é muito inferior: menor espaço viário e estacionamento, capacidade de suporte da pavimentação, sem falar em sinalização e controle.

Grandes cidades mostram nitidamente a dificuldade de locomoção das pessoas. O tráfego se torna cada vez mais caótico, considerando que existe um aumento vertiginoso da população urbana, bem como o aumento de pessoas adquirindo veículos motorizados. Até porque as ideias de "compre agora", "aproveite a oferta", "você de carro novo" e afins, acabam por influenciar bastante no desejo de se obter um veículo novo ou MAIS UM veículo novo...

Além da falta de espaço, sabe-se que o índice de poluição também tem aumentado. Os poluentes emanados dos escapamentos dos automóveis são grandes ajudadores do temido aquecimento global, problema ambiental que vem alarmando toda a comunidade científica, política e sociedade em geral (teremos um post sobre isso).

O vídeo linkado a seguir explica de uma forma bem simples os efeitos do aumento da concentração urbana e o crescimento dos eventos em prol do ciclismo.

Veja em:
< http://www.abciclovias.com.br/content/view/87/63/ >.


Confira mais detalhes também no site:
<
http://mountainbikebh.com.br/22setembro/index.html >.





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* Fonte: < http://www.abciclovias.com.br/content/view/36/54/ >